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O objetivo do nosso trabalho na Luzio – seja em Planejamento Estratégico e Gestão da Mudança – é ajudar as Pessoas (e as Empresas) a se tornarem Capim ao Vento.

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Na Luzio, gostamos de dizer que Cultura é Sintonia, como o dial de um rádio que funciona como sintonizador de estações. Dependendo da estação em que a Organização sintoniza seu dial, todos irão ouvir e dançar conforme a música escolhida.

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Rubem Alves – médico, escritor e educador brasileiro que admiro muito – certa vez lançou em uma de suas páginas sensíveis duas imagens que fizeram forte eco dentro de mim e que gostaria de compartilhar, na esperança de que ecoe em você também: o Jogo de Tênis e do Frescobol.

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Nossos anos dedicados à observação e conscientização de pessoas em contextos variados e, sobretudo em processos de mudança, nos revelam que aquilo que comumente chamamos de “defeito” pode, na verdade, ocultar um talento mal ou não utilizado.

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Soberba, inveja e preguiça me parecem emoções e comportamentos muito frequentes no cotidiano da vida pessoal e, por que não, da vida corporativa. O que estas emoções e comportamentos têm a ver com a Sustentabilidade de uma Empresa?

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Incentivos x Desempenho, Riscos Reais x Riscos Percebidos, Humanidade x Limites: reflexões a partir de recortes da obra e vida de Steven Levitt (Freakonomics).

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Um dos principais Fatores Críticos de Sucesso do Desenvolvimento Organizacional é a qualidade das relações interpessoais entre seus Colaboradores. A Sala dos Espelhos é um caminho poderoso para conscientizar e potencializar as pessoas na construção de relações produtivas e um Ambiente Organizacional sustentável.

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Atordoadas pelo pavor generalizado em torno da crise, as empresas têm nos perguntado o que fazer neste momento e como as organizações estão se preparando para este novo cenário. Temos afirmado que, apesar do perigo intrínseco, a crise também oferece inúmeras oportunidades que devem ser aproveitadas…

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Gerir a Estratégia é gerir a Mudança. O Processo de Planejamento Estratégico revisa e prioriza o conjunto de Rupturas fundamentais para assegurar o crescimento sustentado da companhia no sentido da realização da sua Visão de Futuro. Rupturas, porém, representam um enorme desafio porque pressupõem o rompimento de paradigmas e do script diário das pessoas que sentem-se mais confortáveis atuando com seus “pilotos automáticos” ativados, mergulhados na operação do dia a dia. Mudança, para muitos, é encarado como um esforço desconfortável e arriscado. Assim, Mudança gera Ansiedade, principalmente nas pessoas que não participaram da definição da Estratégia e que assistem ao processo com apreensão.

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Temos observado nas Empresas a emergência de conflitos internos e barreiras ao alto desempenho derivados de um Paradoxo bastante provocativo: Exigência de Inovação versus Síndrome da Complexidade Predatória. Se por um lado a Inovação tornou-se prerrogativa chave para assegurar a longevidade empresarial, por outro tem provocado a Síndrome da Complexidade Predatória – a doença organizacional mais perversa do mundo empresarial contemporâneo. A criação excessiva, desenfreada – e por vezes desnecessária – de Iniciativas de quaisquer naturezas, novos processos, sistemas, produtos e serviços têm gerado uma complexidade perigosa que atola as empresas em centenas de projetos, tira o foco dos(as) executivos(as) das prioridades da Estratégia e drena para o ralo recursos financeiros, tempo de gestão e energia das pessoas.

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